quarta-feira, 27 de julho de 2011

John Stott Promovido Para a Glória


Notícia Internacional
John Stott Promovido Para a Glória
Faleceu hoje (27/07/2011), pela manhã (3h15 hora local), o Rev. John Stott, CBE, pastor, teólogo, escritor, conferencista internacional, ex-capelão de SM a rainha Elizabeth II, fundador e líder maior da Fraternidade dos Evangélicos na Comunhão Anglicana. O seu falecimento, de agravamento de enfermidades decorrentes da idade, se deu poucas semanas após comemorar o seu 90º aniversário. A Igreja Anglicana-Diocese do Recife presta sua homenagem e reafirma o compromisso com o seu legado. “Estou triste, embora Stott de há muito que estava preparado e nos preparava para a chegada desse momento”, afirmou o Bispo Robinson Cavalcanti, seu amigo de longa data, e que havia conversado por telefone com ele no dia do seu último natalício.
Fontes: www.anglican-mainstream e Christianity Today
Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação Social
Revmo. Dom Robinson Cavalcanti
Bispo Diocesano
Diocese do Recife - Comunhão Anglicana
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www.dar.org.br

segunda-feira, 25 de julho de 2011

10 Razões para Orar as Escrituras



. . Aqui estão algumas das razões porque você deve orar e meditar sobre verdades bíblicas.
1. Verdades Bíblicas Salvam.
. . Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, agindo assim, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem. (1 Timóteo 4: 16)
2. Verdades Bíblicas nos livram de Satanás.
. . E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. (João 8: 32)
3. Verdades Bíblicas transmitem graça e paz.
. . Graça e paz lhes sejam multiplicadas, pelo pleno conhecimento de Deus e de Jesus, o nosso Senhor. (2 Pedro 1: 2)
4. Verdades Bíblicas santificam.
. . Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. (João 17: 17)
5. Verdades Bíblicas servem o amor.
. . Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção. (Filipenses 1: 9)
6. Verdades Bíblicas protegem do erro.
. . Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e che-guemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro (Efésios 4: 13-14)
7. Verdades Bíblicas são a esperança do céu.
. . Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. (1 Coríntios 13: 12)
8. Verdades Bíblicas serão resistidas por alguns.
. . Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. (2 Timóteo 4: 3)
9. Verdades Bíblicas, manejadas corretamente, são aprovadas por Deus.
. . Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. (2 Timóteo 2: 15)
10. Verdades Bíblicas: Continue crescendo nelas!
. . Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém. (2 Pedro 3: 18)
John Piper - 
Texto extraído de Desiring God Blog e traduzido por Vinícius M. Pimentel

35 Razões Para Não Pecar

1 – Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.
2 – Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.
3 – Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.
4 – Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.
5 – Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.
6 – Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.
7 – Porque estou fazendo o que não devo fazer.
8 – Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser
9 – Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.
10 – Porque o meu pecado entristece os irmãos em Cristo
11 – Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.
12 – Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.
13 – Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.
14 – Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.
15 – Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.
16 – Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.
17 – Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.
18 – Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.
19 – Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.
20 – Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.
21 – Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.
22 – Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.
23 – Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.
24 – Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.
25 – Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.
26 – Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.
27 – Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.
28 – Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.
29 – Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.
30 – Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.
31 – Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.
32 – Porque pecar significa não amar a Cristo.
33 – Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.
34 – Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.
35 – Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

Renuncie seus direitos
Rejeite o pecado
Renove sua mente
Confie em Deus

Autor: Jim Elliff
Copyright: © CCW www.ccwtoday.org / Editora FIEL 2009. www.editorafiel.com.br

domingo, 17 de julho de 2011

Culto do Pentecostes dia 10/07/11, gravado ao vivo

Watch live streaming video from anglicanapentecostes at livestream.com

Marcas Distintivas dos Filhos de Deus

Pregação do dia 17-07-11, ConCatedral da Ressurreição - João Pessoa/PB
Introdução
·        Como deve ser a maneira de viver do cristão no mundo?
·        Qual a sua condição enquanto viver aqui? Escravo ou Livre?
·        Como agir no mundo sendo um ser livre?
O Apostolo Paulo, nesta carta, vem ensinando diversas doutrinas e  enfatizando como os crentes em Roma deveriam proceder em relação a sua antiga vida, e qual a sua nova realidade no Reino de Deus. Ele escreve sobre a Lei, o Pecado, do Pendor do Espírito e que não há mais condenação aos que estão em Cristo.
Neste momento da carta ele faz um alerta importante sobre a vida nova que passou a ter aquele que tem Jesus em sua vida.
Vamos refletir sobre algumas marcas importantes do cristão no mundo e que servem para orientar o nosso proceder diário e, também, como nos relacionamos com nosso Pai
O que nos distingue como Filhos de Deus? (vamos orar)
 1.    Somos livres da escravidão do Pecado
a.    A liberdade acontece quando habita, em nosso espírito, o Espírito de Deus (v.11)
b.    Não devemos continuar cedendo aos baixos instintos, pecaminosidade, como se fosse necessário.
·  A desculpa comum: “...a carne é fraca!”
·  Mas a graça é superabundante! (exemplos)
c.    Devemos prosseguir vivendo para o Espírito, mortificando toda ação (e escravidão) do pecado e ganhando assim a VIDA.
d.    Busque a Santificação
O que mais nos distingue como Filhos de Deus?
2.    Somos dirigidos pelo Espírito Santo (v.14,15)
a.    Filhos  de  Deus  são distinguidos como  aqueles  que  são  guiados pelo Espírito de Deus. O Espírito lidera.
b.    Aqueles cujas vidas são dirigidas pelo Espírito estão, de fato, em relação filial para com o Pai, desde o momento em que receberam este Espírito.
c.    Quando aceito, voluntariamente, a direção intima do Espírito Santo, a escravidão do medo vai para longe de mim. (v.15)
3.    Temos uma relação mais profunda com o Pai
a.    Esta filiação não é simples reconhecimento oficial de um laço filial, um título.
b.    É um fato real. Somos filhos com o direito de dizer Aba, Pai, como a partilhar da filiação do Filho eterno.
·  A  palavra  Aba  é  um  termo aramaico colocado  em  letras  gregas  e  transliterado  para  o  português. 
·  Significa "Pai" na forma mais infantil e primária. Quando a criança ainda nem sabe falar mas confia e ama profundamente.
·  O Espírito dá testemunho disso em nosso espírito
4.    Nos tornamos Herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (v.17)
a.     Somos  herdeiros  de  tudo  que  Deus  tem  para  nos oferecer, o que significa que somos co-herdeiros em Cristo, a quem o Pai entregou  todas  as  coisas. 
b.    Isto também significa que temos também de participar dos sofrimentos de Cristo.
·  O tempo  está  no  presente:  se  com  ele  sofremos. 
Conclusão

Já não somos devedores à carne, esse credor insaciável e cruel, pois, em Cristo nos tornamos filhos de Deus, e nosso Pai não admite que sejamos escravos dela. Ele mesmo pagou tudo o que devíamos, a fim de que fôssemos livres e dependêssemos somente dEle.
Deus não apenas nos dá o perdão, a justificação e a completa libertação, mas também nos faz membros de Sua própria família estabelecendo uma nova relação com o Pai.
Além desta convicção que Ele nos dá, o Espírito nos ensina a fazer morrer as obras da carne, ou seja, a não deixar que elas se manifestem. Ao nos deixarmos guiar pelo Espírito, então seremos conhecidos como filhos de Deus.

Que Deus nos abençoe neste propósito!

Valdolirio Junior
Ministro Local
Pto. Miss. Pentecostes

terça-feira, 14 de junho de 2011

O bom soldado de Cristo

As últimas palavras sempre nos fascinam. Quem não gostaria de ouvir as últimas palavras de um presidente muito famoso que está prestes a morrer? Ou mesmo de um empresário riquíssimo, de um ator muito importante, de um jogador conhecido mundialmente? Imagine a publicidade que isso não daria! Um dos homens mais influentes e amados da história cristã sem duvida nenhuma foi o apostolo Paulo. A sua segunda carta ao jovem Timóteo, conhecida por nós, são as últimas palavras desse servo de Deus.
Paulo estava enfrentando a morte. Ele não estava doente, em um hospital, estéril, tendo pessoas amadas junto de si. Estava bem vivo, mas sua condição era terminal. Condenado como seguidor de Jesus, ficou em uma fria prisão Romana, separado do mundo, podendo receber um ou dois visitantes, tendo consigo somente seus materiais para escrever. Esta carta é a última vontade e testamento de Paulo a seu filho espiritual, Timóteo.
Escrevendo da cela de uma prisão romana, Paulo transmite suas palavras finais de sabedoria e estimulo a Timóteo, que exerce seu ministério em meio à oposição e dificuldades em Éfeso. No capítulo dois, ele alista sete metáforas para descrever as características de um cristão fiel. Dentre elas, encontramos a metáfora do bom soldado de Cristo (II Tm 2:3-4). Gostaria de pensar com você em rápidas palavras: Será que podemos ser chamados de “o bom soldado de Cristo”? Pensemos um pouco…
O bom soldado suporta sofrimentos. Sofre, pois comigo as aflições como bom soldado de Cristo Jesus… (II Tm 2:3).Neste texto, a palavra soldado é usada metaforicamente para expressar o crente que suporta os sofrimentos por causa de Cristo! Paulo sabia que à medida que Timóteo pregasse a palavra e desejasse manter-se fiel a Deus, enfrentaria perseguições, sofrimentos. Por isso, não se engane soldado de Cristo tem dias difíceis! Quem pula fora do barco quando eles chegam não pode ser chamado de “bom soldado”.
O bom soldado é dedicado.O Soldado abre mão da segurança mundana para seguir uma disciplina rigorosa.
Eles deveriam se dedicar ao serviço durante toda a vida. Dedicavam-se estritamente ao serviço durante mais de 20 anos e durante esse período não podiam nem se casar! (Ainda bem que é só uma metáfora!). Somente a metade deles sobreviviam para aposentar-se. Será que os cristãos de Éfeso estavam dispostos a passar o que fosse preciso por amor a Cristo? Será que Timóteo estava? E nós? Será que estamos dispostos a passar o que for preciso para defender a causa do mestre? O bom soldado é dedicado!
O bom soldado está sempre pronto. A única preocupação dos soldados é agradar aquele que os chamou para a batalha! Qual é a tua preocupação como soldado de Cristo? O texto diz que ele …não se embaraça com os negócios dessa vida.. (II Tm 2:4). O compromisso do soldado é estar sempre em prontidão para o comandante. Você está sempre pronto para servir a Cristo? O que está no topo, em primeiro lugar na sua agenda? Pare e pense. Se a resposta for “os negócios dessa vida”, seguramente você não pode ser chamado de “o bom soldado de Cristo”…
Pense nisso. E que o nosso comandante te abençoe… Sempre!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Esclarecimento Importante

Anglicanos – e Outros Evangélicos – Liderando a
Parada do Orgulho Gay de São Paulo?

Em relação ao noticiário da imprensa, dando conta de que a próxima “Parada do Orgulho Gay”, de São Paulo-SP (que pretende reunir um milhão de pessoas) terá, de forma blasfema, o lema bíblico “Amai-vos Uns aos Outros”, e que o presidente da referida manifestação se apresenta como membro da Igreja Anglicana, e que haverá um trio elétrico com espaço próprio para o segmento “evangélico”, onde estariam membros de diversas denominações, como metodistas, luteranos, presbiterianos, etc., além dos referidos “anglicanos”, procurando denunciar a “guerra dos fundamentalistas e conservadores” contra as pobres vítimas homossexuais, a Igreja Anglicana-Diocese do Recife (Comunhão Anglicana), vem a público esclarecer que:
  1. Essa Diocese é signatária da Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth, 1998, que considera a prática do homossexualismo como incompatível com os ensinos das Sagradas Escrituras, e dos documentos recentes da Aliança Evangélica e da Associação Brasileira de Educandários Evangélicos, afirmando a normatividade da heterossexualidade;
  2. Lamentavelmente, no fragmentado universo protestante brasileiro, além das“igrejas” assumidamente homossexuais (Metropolitana, Contemporânea, Inclusiva, etc.), há segmentos denominacionais – inclusive autoproclamados “anglicanos” – que assumem posturas contrárias à Palavra de Deus;
  3. Que os ditos “evangélicos” ou “anglicanos”, que participam ou lideram esse lamentável espetáculo hedonista com financiamento público, não são membros ou congregados da Diocese do Recife, nem com a mesma possuem qualquer tipo de vínculo ou relacionamento.
Como tem afirmado o nosso Bispo Diocesano, Dom Robinson Cavalcanti“Aqui, nós somos crentes!”.

Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação Social

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